
Na minha aldeia celebrou-se uma festa religiosa dedicada à Senhora do Cabo Espichel. É uma festa que acontece cada 25 anos. O povo inteiro mobilizou-se para pintar, alindar, embelezar a aldeia para a entrada triunfal da procissão. Tinham um coche puxado por cavalos de raça, em cima do qual viajava a imagem de poucos centímetros, quase invisível aos olhos do passeante...as ruas ficaram cheias de ramos no chão, as janelas engalanaram-se de colchas e flores, para receber, segundo eles, a “mãe”, a “rainha do céu”...
Houve muito trabalho, muito empenho envolvido num evento que, as pessoas desejam se repita daqui a 25 anos, pois isso significa que estarão ainda vivas.
O programa da festa incluiu concertos, missa campal e no final, o tradicional baile. Hoje vão começar a tirar os arcos, as luzes, as colchas das janelas. O que fica? Uma “santa” peregrina, guardada dentro da capela, que a maioria das pessoas não vai mais visitar, pois o que lhes interessava já passou – a festa.
Estes foram também dias em que alguns dos nossos conterrâneos curiosos pela nossa ausência, se aproximaram para perguntar a razão“por que não gostamos da Senhora”. Que bela oportunidade para dizer-lhes como admiramos não esta, mas Maria, a bem aventurada, a escolhida pelo Senhor para ser a mãe do Filho do Homem. Como ela mesmo nos ensinou a “fazer tudo o que Ele nos disser”; como ela foi obediente e submissa como todos deveríamos ser; como por causa da sua submissão à vontade de Deus, ela transportou em si o Verbo divino, um privilégio jamais concedido a outra mulher; como as virtudes por ela demonstrada deveriam ser exemplo para todos nós; como há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens – Jesus Cristo, Homem.
Foi uma oportunidade única para esclarecer a fé e para aproximá-los mais de nós em vez de ficarmos afastados. O resto, não é trabalho nem responsabilidade nossa, mas do Espírito de Deus, convencê-los e atrai-los. E ainda bem que assim é, quanto mais vivo, mais consciente estou que nunca seria capaz de fazer tal tarefa.
Houve muito trabalho, muito empenho envolvido num evento que, as pessoas desejam se repita daqui a 25 anos, pois isso significa que estarão ainda vivas.
O programa da festa incluiu concertos, missa campal e no final, o tradicional baile. Hoje vão começar a tirar os arcos, as luzes, as colchas das janelas. O que fica? Uma “santa” peregrina, guardada dentro da capela, que a maioria das pessoas não vai mais visitar, pois o que lhes interessava já passou – a festa.
Estes foram também dias em que alguns dos nossos conterrâneos curiosos pela nossa ausência, se aproximaram para perguntar a razão“por que não gostamos da Senhora”. Que bela oportunidade para dizer-lhes como admiramos não esta, mas Maria, a bem aventurada, a escolhida pelo Senhor para ser a mãe do Filho do Homem. Como ela mesmo nos ensinou a “fazer tudo o que Ele nos disser”; como ela foi obediente e submissa como todos deveríamos ser; como por causa da sua submissão à vontade de Deus, ela transportou em si o Verbo divino, um privilégio jamais concedido a outra mulher; como as virtudes por ela demonstrada deveriam ser exemplo para todos nós; como há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens – Jesus Cristo, Homem.
Foi uma oportunidade única para esclarecer a fé e para aproximá-los mais de nós em vez de ficarmos afastados. O resto, não é trabalho nem responsabilidade nossa, mas do Espírito de Deus, convencê-los e atrai-los. E ainda bem que assim é, quanto mais vivo, mais consciente estou que nunca seria capaz de fazer tal tarefa.

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