
Agulhas verdejantes
cheiro da mata
que chora lágrimas desfeitas em pinhas
espalhadas pelo chão,
maresia que navega
no convés da neblina,
salpicos de um mar sem limite
cheiro a distância e a azul...
peixe saltitando sobre as brasas
transformado em dor
no repasto do descanso,
cheiro de uma terra
que não tem fim no tempo
perfumes de um chão
que é meu, para sempre.
cheiro da mata
que chora lágrimas desfeitas em pinhas
espalhadas pelo chão,
maresia que navega
no convés da neblina,
salpicos de um mar sem limite
cheiro a distância e a azul...
peixe saltitando sobre as brasas
transformado em dor
no repasto do descanso,
cheiro de uma terra
que não tem fim no tempo
perfumes de um chão
que é meu, para sempre.

2 comentários:
Lindo! Descreve bem esse Portugal que eu conheço tão bem. E, estivesse eu longe dessa terra amada e, lesse esse poema, choraria. Juro.
Faltou o vinho, mas isso, está perdoado por tudo o resto :)
Um beijão, amiga querida!
É verdade, depois de fazer o poema reparei que não havia cheiro a vides...
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