
Aqui estou...estendida e impossibilitada de me mover. Para mim é algo absolutamente anormal, impensável quase. Mas “com a saúde não se brinca”, diz a voz popular e por isso me acomodo neste enfado. Além de ler, muito mais que o costume, ver programas de televisão (numa semana mais do que nos últimos 5 anos!), pouco mais há a fazer.
Hoje dei comigo a ver uma das etapas da Volta a Portugal em bicicleta. Um desporto bonito, saudável e que deixa os telespectadores apreciarem um bocadinho desta terra tão linda, que é a nossa.
A corrida está praticamente no fim. Amanhã corre-se a última etapa. A entrada triunfal em Lisboa. Mais ou menos já se sabe quem vai ganhar. Houve percalços pelo caminho, desistências, dores, calor, “amargos de boca” quando alguns pensavam que ganhariam esta ou aquela etapa...
Imagine que ali sentada, perna esticada, sem nada que fazer a não ser tentar recuperar a saúde, dou por mim a comparar a Volta com a minha corrida na vida... E concluo que estou quase a entrar na etapa final. Não sei os quilómetros que foram designados para esta, mas sei que estou praticamente lá. O melhor de tudo, a sensação mais bonita, é que estou convicta que vou ganhar! Porque eles (os corredores da Volta), correm por um prémio que é efémero, que não vai durar para sempre. Mas o meu prémio está guardado num lugar seguro. Vou recebe-lo das mãos do Campeão dos Séculos. Até posso já nem pedalar nos últimos metros, mas vou ganhar! Tenho essa certeza, porque Ele disse que tinha vencido o mundo e eu poderia vencer também.
Nesta corrida, posso parar de vez em quando para descansar. O Director mesmo convida a isso. “Vinde, os que estais cansados...e vos darei descanso”. Não se perde tempo no descanso, recupera-se a força para continuar. É o que estou a fazer nestes dias.
Ia esquecendo uma coisa importante: os companheiros da equipa. Estão sempre lá, incentivando, orando, aplaudindo, seja na velocidade da corrida, num problema de saúde ou no descanso merecido. E isso é maravilhoso!
Hoje dei comigo a ver uma das etapas da Volta a Portugal em bicicleta. Um desporto bonito, saudável e que deixa os telespectadores apreciarem um bocadinho desta terra tão linda, que é a nossa.
A corrida está praticamente no fim. Amanhã corre-se a última etapa. A entrada triunfal em Lisboa. Mais ou menos já se sabe quem vai ganhar. Houve percalços pelo caminho, desistências, dores, calor, “amargos de boca” quando alguns pensavam que ganhariam esta ou aquela etapa...
Imagine que ali sentada, perna esticada, sem nada que fazer a não ser tentar recuperar a saúde, dou por mim a comparar a Volta com a minha corrida na vida... E concluo que estou quase a entrar na etapa final. Não sei os quilómetros que foram designados para esta, mas sei que estou praticamente lá. O melhor de tudo, a sensação mais bonita, é que estou convicta que vou ganhar! Porque eles (os corredores da Volta), correm por um prémio que é efémero, que não vai durar para sempre. Mas o meu prémio está guardado num lugar seguro. Vou recebe-lo das mãos do Campeão dos Séculos. Até posso já nem pedalar nos últimos metros, mas vou ganhar! Tenho essa certeza, porque Ele disse que tinha vencido o mundo e eu poderia vencer também.
Nesta corrida, posso parar de vez em quando para descansar. O Director mesmo convida a isso. “Vinde, os que estais cansados...e vos darei descanso”. Não se perde tempo no descanso, recupera-se a força para continuar. É o que estou a fazer nestes dias.
Ia esquecendo uma coisa importante: os companheiros da equipa. Estão sempre lá, incentivando, orando, aplaudindo, seja na velocidade da corrida, num problema de saúde ou no descanso merecido. E isso é maravilhoso!
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