quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SOWETO - AFRICA DO SUL

Vou fazer um seminário sobre relações familiares numa grande igreja em Pretória. Cidade linda, que eu escolheria para viver, sem pensar muito se há por lá coisas menos boas...As ruas ladeadas de jacarandás lilases, os jardins cuidados, o clima e a simpatia das pessoas, tudo me fascina.
O seminário é bem frequentado, a igreja acolhe-me com muito amor e atenção. Dias de muitas experiências e de grande alegria. Ver Deus trabalhar na vida de alguém é sempre especial.
Na casa da minha amiga que me hospeda, divirto e delicio a família, cozinhando pratos portugueses. Nos intervalos aprendo a gostar de ténis, pois é o campeonato do mundo e o dono da casa não sai da frente do televisor. De vez em quando explica-me o que está a acontecer...
Recebo um convite para ir pregar no Soweto. A África do Sul deixou de ser governada por "homens brancos",mas na lembrança do povo, tudo está muito fresco ainda. Alguém me pergunta se não tenho medo de entrar numa cidade só de negros. Com alguma inconsciência, uma pitada de fé e uma grande dose de atrevimento, digo que não, que é uma oportunidade que não quero perder por nada deste mundo.
O homem que nos transporta é alguém de importância dentro da cidade e dá-nos algumas informações preciosas sobre a mesma. Diz ele que o Soweto é a zona residencial negra mais populosa do país, com cerca de 1 milhão de pessoas. Que devido à sua proximidade de Joanesburgo, é também o subúrbio mais metropolitano da nação – estabelecendo tendências políticas, musicais, artísticas, de moda e de linguagem.
O Soweto deve ter sido fundado por volta do ano de 1903, depois das autoridades terem mandado “limpar” um bairro de negros, com o pretexto de tentar parar um surto de praga bubónica. Em 1976 houve grandes e violentos tumultos, quando crianças de escola resolveram tomar como sua a luta contra o apartheid.
Centenas de crianças morreram naquele dia nos confrontos violentos com a polícia em Orlando West, mas a África do Sul nunca mais foi a mesma – tinha começado um lento caminho para a democracia que culminou com as eleições de 1994.
A estrada começa a ser mais difícil. O condutor não para de falar, talvez para dar-nos confiança. As casas estão alinhadas em ruas bem-feitas e cada casa parece ter decidido ser mais bonita que a outra! Há pessoas sentadas nos jardins, crianças a brincar nas ruas, mulheres a fazer compras nas lojas...O nosso condutor passa por um grupo, abranda a marcha do carro, põe a cabeça fora do vidro e anuncia com uma gargalhada: “Trago aqui duas mulheres brancas, o que acham?” e ri outra vez, como se de um grande feito se tratasse. Olho para a minha amiga. Ela parece mais assustada que eu, talvez por que, além de ser branca, é sul-africana!
Chegámos. É a casa do nosso condutor. Onde é que eu fui buscar a ideia que num lugar destes todo o mundo vive em palhotas? A casa é linda. Conforto, bom gosto não faltam. Depois de um chá e bolos servidos com atenção e amabilidade, vamos para o local da reunião. Uma grande sala, arejada, com boas cadeiras. O povo começa a entrar. Os coloridos das roupas, o calor dos sorrisos, os primeiros acordes de uma música a que não estou habituada, dizem-me que estou num mundo diferente. Sinto as palmas das mãos transpirarem. Não é calor, foi só um pensamento receoso que me assaltou. Aqui estou eu, longe de casa, da minha família, numa cidade onde qualquer pessoa se perde, no meio de gente que não conheço, no Soweto! São poucos minutos de receio, porque de repente um homem sobe ao palco e grita a palavra que une o coração de todos os crentes em qualquer canto da terra: JESUS! As minhas mãos deixam de transpirar para aplaudir o Nome sobre todos os nomes.
Sou embalada no movimento quase frenético das canções e das danças. Chamam-me para pregar. O silêncio é profundo na sala. Perdi todo o medo. Esqueço que estou a milhares de quilómetros da minha segurança. A mensagem é simples mas directa. Faço um apelo final. Os homens estão de cabeça baixa e as mulheres limpam as lágrimas. No Soweto, o Espírito Santo trabalha como em qualquer outro lugar do mundo.
Um homem pega-me na mão, sacode-a várias vezes e diz: “Preciso de Jesus! Leve-me a Ele!”
Ali, como em toda a parte, Jesus é Senhor. Iguais ou diferentes, brancos e negros, precisam do mesmo Deus.
A intensidade da presença de Deus acompanha-nos de volta a casa.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

A Base de Um Trono

(Provérbios 31:1-9)


Imagina a sala do trono. Tapeçarias, ouro, brilho e esplendor rodeiam o homem sentado naquele assento tão especial. Inclina-se com atenção para uma mulher que carinhosamente lhe afaga as mãos cheias de anéis, que fala pausadamente, como se o tempo não tivesse mais valor e no universo só existisse aquele instante em que as palavras sérias e doces se derramam em cuidado e conselho. Lemuel, o rei, ouve atentamente as palavras da sua mãe.
A velha senhora está preocupada em colocar uma base sólida para o reinado de seu filho. Por isso mesmo, propõe-se relembrar-lhe os princípios que irão estabelecer esse reino: pureza sexual, sobriedade, justiça, bondade e...uma boa esposa.

Meu filho...

É interessante notar como ela se refere ao filho. Palavras apaixonadas, de terna afeição e que denotam uma relação muito profunda entre ambos: “Filho meu, filho do meu ventre, filho das minhas promessas” (v.2).
Chamo a atenção para este pormenor, porque me parece que muitas mulheres no nosso tempo olham os filhos como se a maternidade fosse apenas “lei da vida”, em vez de alguma coisa tão intensa, tão bela. Encontro muitos jovens que me dizem nunca ter recebido um beijo, um afago sequer das suas mães, quanto mais palavras que minimamente se comparem com aquelas que citámos. Os nossos filhos precisam saber que são importantes em nossa vida, que o amor que lhes dedicamos é profundo e activo, que a ternura que lhes damos é verdadeira, real e este afecto deve ser também traduzido em palavras e gestos.

Pureza sexual

O livro de Provérbios está cheio de avisos contra as mulheres fáceis, que com palavras e actos seduzem os jovens. Parece-nos que a linguagem sagrada está totalmente despropositada num mundo liberado sexualmente, onde a mulher e o homem procuram o seu prazer, seja qual for o preço, onde
não há nenhuma restrição para aquilo que é a satisfação imediata dos sentidos. A somar a isto, temos os exemplos flagrantes de governantes, líderes políticos e religiosos, cujas aventuras e “deslizes” sexuais são o prato favorito dos exploradores da notícia fácil.
Ao estudarmos a história dos impérios mundiais, descobrimos como este caminho fácil da sensualidade, levou reis e tronos à destruição. A mãe do rei sabia do que estava a falar. Ela já vira outros monarcas a serem destruídos pela orgia, pela promiscuidade, pela falta de pureza.
Quando o apóstolo Paulo pregou aos gentios das grandes cidades de Filipos, Tessalónica, Atenas e Corinto, sabia que a vida daqueles que aceitassem Cristo teria que sofrer uma reviravolta radical, pois o mundo helénico era muito parecido com o nosso. Os homens e as mulheres que queriam seguir Jesus ficavam isolados dos seus amigos e da sua sociedade, ao quererem afastar-se das práticas sexuais do seu tempo e cultura. Por isso Paulo escreveu mais tarde a carta à igreja de Tessalónica e nela os exortou, de uma forma veemente, a abster-se de tais práticas (I Tess. 4:1-7).
Como é que vamos ensinar isto aos nossos filhos, num mundo onde há tanto comodismo de ideias, onde tudo parece permitido?
Temos que instrui-los que o nosso corpo

•é maravilhoso, mas que temos que conhecê-lo bem, para podermos controlar os seus apetites;
•que uma vez tornado templo do Espírito Santo, não pode ser maculado com o pecado;
•que tem que ser apresentado a Deus, como um sacrifício vivo;
•que Deus deve ser glorificado nele.

Mostra aos teus filhos que a alternativa para a SIDA não é o preservativo, mas uma vida de pureza e que, embora os outros digam o contrário, o que a Palavra de Deus diz é a VERDADE.

Continua)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MULHER DE MISERICÓRDIA

(Provérbios 31:20)

“...abre a mão ao aflito e ao necessitado estende as mãos”.

A mulher ideal de Deus não pensa apenas em si, no bem estar da sua família, nos seus vizinhos, nas pessoas que lhe são mais chegadas. Ela estende a sua mão aos necessitados. Quando lemos este capítulo e vemos a intensa actividade desta mulher, não podemos deixar de interrogar-nos como é que ainda tem tempo para pensar nos de fora, nos pobres, nos esquecidos, nos aflitos da vida?

Já reparaste também no pomenor das mãos desta mulher? São mãos decididas (vs.13), mãos de empreendimento (vs.16), mãos de trabalho (vs.19) e agora mãos de misericórdia e bondade (vs.20).

Nota ainda que a frase diz “abre a sua mão”. Na nossa bela língua temos esta expressão tão interessante, “tem umas mãos abertas”, que expressa tão bem o que o hebraico queria dizer-nos. Diz-se das pessoas generosas, que não guardam apenas para si, mas estão prontas a dar aos outros. Lembro-me do meu irmão que já está com o Senhor, dizer-nos que, quando um pobre na rua lhe pedia esmola, ele punha a mão no bolso e trazia de lá tudo o que havia, para dar ao necessitado. Achávamos aquela maneira de dar uma extravagância, já que ele mesmo não tinha assim tanto dinheiro, mas a sua natureza generosa levava-o a abrir a sua mão dentro do bolso (e como eram grandes e belas as suas mãos!) e trazer de lá muito ou pouco, o que houvesse, para suprir a falta dos outros.

Esta mulher de honra abre a sua mão quando alguém precisa de pão; abre a sua mão quando alguém precisa de abrigo. É interessante que a primeira parte da frase fala da mão (abre a mão ao aflito), a segunda parte das mãos (ao necessitado estende as suas mãos). Há gestos de compaixão que podem ser feitos só com uma mão, mas há tarefas de ajuda em que são precisas as duas mãos. Para dar algo a alguém podes fazê-lo só com uma mão, para ajudar fisicamente, precisas das duas. É uma dádiva total. Cuidar de um mãe doente, levantar um filhinho incapacitado, fazer sopa para os sem-abrigo, dar banho a uma mulher prostituída, toxicodependente, apanhada na rua sem nada, a não ser farrapos, mau cheiro e bichos, requer duas mãos. Mas requer mais. Diz o versículo que ela “estende”. Esta palavra denota um coração cheio de compaixão, misericórdia e amor. Quantas vezes olhamos com orgulho, com vaidade, para as nossas mãos arranjadas! Umas mãos que nunca se sujaram com a necessidade e a aflição do próximo, estão longe do propósito para as quais Deus as criou.

Muitas vezes discutimos nos nossos grupos de igreja acerca dos nossos “ministérios”, do que fazemos, queremos ou achamos que temos direito de fazer, como se ministério fosse algo que se pudesse colocar num gráfico, somar ou subtrair conforme os êxitos ou as falhas. Ministério é TUDO o que fazemos com amor para a edificação da Igreja e para a benção das pessoas à nossa volta.

St.Agostinho disse: “O amor tem mãos para ajudar os outros. Tem pés que correm para os pobres e necessitados. Tem olhos para ver a miséria e ouvidos para escutar os suspiros e dores dos homens. É assim o amor”.

Deus está a usar muheres em todo o mundo para edificarem o Seu reino - mulheres que realmente O amam, amando o próximo em maneiras práticas, mulheres que não têm medo de estender as suas mãos aos infectados com o HIV e aos orfãos sem nada, no continente africano. Não importa o custo, estas heroínas não se detêm e fazem diferença para Deus, neste mundo onde a miséria e a pobreza são cada vez mais escandalosas. Talvez nunca saberemos os seus nomes, possivelmente os seus feitos nunca serão “contabilizados”, mas o galardão que as espera por terem alimentado, vestido e abrigado os pobres em nome de Jesus, será grande e eterno.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

O SONHO COMANDA A VIDA...


O nosso poeta escreveu: “ …o sonho, é uma constante da vida, tão concreta e definida como outra coisa qualquer…”
O homem que deixou de sonhar, deixou de ter a capacidade de viver. O sonho não é propriedade dos jovens, dos inteligentes, dos mais ricos. O sonho é parte integrante da beleza da vida.
Já falei com muitas pessoas que me dizem com um ar triste e desiludido: “Já deixei de sonhar”, ou “ não vale a pena sonhar” ou ainda, “os meus sonhos caíram por terra”. A minha resposta a estas pessoas é sempre a mesma: “Sonhe outra vez! Enquanto sonha, “o mundo pula e avança, como bola colorida entre as mãos duma criança”!
Gostava de contar-vos uma história passada há muitos séculos e descrita na Bíblia, o Livro de Deus - É a história de um rapazinho chamado José. O jovem vivia numa família bastante disfuncional. Tinha uns irmãos rebeldes, desobedientes e maus, tinha um pai que escolhera viver com duas mulheres e ter filhos das duas. Havia uma guerra constante entre as duas esposas e muita inveja e ciúme entre os irmãos. José era o favorito do pai. Tão especial era para o pai, que este lhe fez uma túnica colorida, que era dada apenas aos filhos mais velhos. Os irmãos olhavam para José com inveja por causa da atenção privilegiada do pai. Mais ainda, José era um sonhador. E num dos sonhos, viu que um dia os pais e os irmãos se iriam inclinar diante dele numa atitude de sujeição e respeito. Esta foi a última gota para os irmãos de José. Até o pai ficou um pouco aborrecido com o filho...

Muitas vezes os sonhos que temos, acordados ou a dormir, são apenas uma fantasia até virem a acontecer. Mas em relação a José havia um grande problema. Os sonhos vinham de Deus. Nem passava pela cabeça de José como é que tudo viria a acontecer, mas ele sabia que Deus tinha posto esses pensamentos na sua mente.
Foi vendido como escravo pelos irmãos. No Egipto serviu um homem que lhe confiou tudo nas suas mãos. José crescia como homem e em carácter. Mas porque este oficial do rei tinha uma mulher infiel e porque José recusou pecar, foi parar à prisão. Pelo poder de Deus adivinhou os sonhos de dois companheiros de prisão e quando o Faraó sonhou algo que ninguém conseguia decifrar, foi chamado para interpretar o sonho do monarca. O imperador ficou tão impressionado que José foi elevado, sentado num trono, rodeado de opulência e riqueza.
Um dia, no meio dos milhares de pessoas que vinham ao Egipto comprar cereal, vieram os irmãos de José. Não o reconheceram. Já tinham passado muitos anos, como podiam adivinhar que aquele homem tão poderoso era o irmão que tinham vendido como escravo? Ajoelharam-se diante de José, para fazer-lhe o seu pedido de comida. Este era certamente o momento que José tinha imaginado tantas vezes. Mas depois de muitos anos de sofrimento, José respondeu de maneira completamente diferente do que teria feito no princípio da sua história. Abraçou os irmãos. Porquê? Porque o sonho de um homem não apenas comanda a sua vida, mas transforma-o no processo. Os anos de dor, de rejeição, de sofrimento, tinham transformado José.

José reconheceu que o que sonhara anos atrás, não tinha apenas a ver consigo, mas com um plano de Deus para a sua vida e para a vida de outros. Entre as muitas coisas que disse aos seus irmãos quando se deu a conhecer, foi: “Não fostes vós que me enviastes aqui, mas foi Deus”. José tinha perdido a sua arrogância de filho predilecto. Saudou os irmãos com lágrimas de alegria. Tinha aprendido humildade e serviço durante aqueles anos. Não se exaltou na glória do momento, mas reconheceu que o sonho não era dele mas de Deus, para o bem da sua família e de todas as famílias à volta daquele país.

Muita gente neste mundo tem tido sonhos, e desejado que se concretizem. Poderíamos contar aqui muitas histórias de pessoas que perseguiram o seu sonho e mudaram o seu mundo porque esse sonho se tornou realidade.

Queria apenas falar de três situações do nosso tempo:

•Um homem sonhou mudar a sua relação com o seu filho e ser para ele um pai presente e amoroso. Numa cidade escondida dos Estados Unidos da América, este homem e o filho montaram nas suas motos e começaram a rodar pelas estradas da sua cidade. Outros se juntaram a eles e hoje, não são apenas dois ou três homens que amam as motos, amam Deus e uns aos outros e que correm no asfalto deste mundo, são 120 mil membros em 16 países diferentes, porque um homem ousou sonhar que uma moto podia ser o meio de juntar outros ao homens ao seu Deus. Assim nasceu a Associação Cristã de Motociclistas Internacional.

•Há 44 anos, quatro mulheres sonharam levar outras mulheres a serem restauradas, curadas interiormente, através de um relacionamento com Jesus Cristo. Fizeram um almoço onde juntaram várias amigas, cento e poucas. O sonho delas parecia muito grande quando juntaram aquelas primeiras mulheres numa sala de hotel, mas hoje, volvidos estes anos, Aglow International está em 172 nações no mundo e atinge directamente 2 milhões de mulheres por ano.

•Um dia uma religiosa, pequena e frágil, sonhou ajudar os pobres, abandonados e desprotegidos nas ruas de Calcutá. O seu trabalho cresceu, tornou-se conhecido no mundo e por fim levou-a a receber o Prémio Nobel da Paz. Quando recebia o galardão, foi-lhe perguntado: “O que podemos fazer para promover a paz no mundo?” Madre Teresa respondeu: “Vai para casa e ama a tua família”.

Qualquer uma destas pessoas, entre muitos milhares que poderiam ser referidos, tinham um sonho que perseguiram até ser tornado realidade, mas todos eles tinham um denominador comum: ajudar outros à sua volta.

•Os sonhos são de Deus quando passam por nós para ser realizados na vida de outros.
•Os sonhos são de Deus quando nos transformam em pessoas mais parecidas com Ele.
•Os sonhos são de Deus quando nos motivam a dar a nossa vida para que outros tenham mais e melhor do que nós.

Se tens um sonho que se encaixa nisto que acabei de dizer, concretiza-o, porque senão, ele vai esbater-se no tempo e passa a ser apenas uma recordação sem sentido. Mas se o teu sonho contém a substância do amor pelos outros, persegue-o, busca-o, renova-o, até que se realize.

Já agora queria dizer-vos que nós sonhamos porque Deus é um sonhador! O Seu sonho é que cada um O ame tanto quanto Ele nos ama. Provou o Seu amor para connosco, dando-nos o melhor que tinha – o Seu Filho, Jesus Cristo, que morreu pelos nossos pecados. Por causa desse sacrifício Deus espera que olhemos para Ele e aceitemos o Seu grande amor.