domingo, 17 de fevereiro de 2013

A CORRIDA DE JESUS



Sabemos muito pouco da vida de Jesus como criança, a não ser o episódio do templo e a referência que Ele crescia em graça e sabedoria diante de Deus e dos homens. Mas na força da Sua juventude madura, Ele entrou numa corrida. Uma corrida curta, sem pressa, sem sobressaltos, sem ansiedades, sem stress. Uma corrida com propósito. Ele tinha uma meta. Sabia para o que viera. Fazer a vontade do Pai, ser obediente aos desígnios da eternidade.
 
·        3 anos em que amou profundamente os homens e mulheres que O seguiam, mostrando-nos que na nossa corrida, temos que ter tempo para os afectos da nossa vida.
 
·        3 anos em que fez o bem, porque era a Sua natureza fazer o bem. Porque Ele era o Deus bom, habitando entre os homens.
 
·        3 anos em que influenciou a sociedade dos Seus dias. Mudou os conceitos errados, ensinou os homens a ver o mundo com outros olhos, levantou a mulher do seu estatuto marginal, elevou as crianças esquecidas a herdeiras do Reino de Deus. Tocou nos impuros, amou os infiéis e proscritos do mundo religioso. Correu. Uma corrida sem embaraços, sem pesos extra, com um alvo em vista: cumprir o propósito para o qual Deus O enviara.
 
Ele terminou a corrida!
 
Há muita gente hoje que começa mas fica a meio. Com entusiasmo, correm durante um tempo. Depois ficam cansados, desapontados, frustrados, não vêem a meta, não entendem o propósito, querem que seja rápido, desejam respostas instantâneas, olham para os defeitos dos outros corredores, numa palavra: deixam de olhar para Jesus.
 
Ele não prometeu que a corrida seria sem dores, sem percalços, sem sede, sem faltas e sem dinheiro. Ele prometeu sim, estar connosco todos os dias,estar lá no dia das tempestades e no deserto, quando não houver pão.
 
(continua)

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

DIZ, SENHOR, EU ESTOU A OUVIR!

 
Se Cristo me dissesse como disse a Pedro:
"Tenho uma coisa para dizer-te, Sarah", como me sentiria?
Como reagiria?
Como olharia para Ele?
 
Imagino tudo isto e concluo que ficaria:
 
Feliz - porque Ele fala comigo directamente;
 
Intrigada - porque cada vez que Ele fala, há sempre algo de misterioso que me leva a pensar profundamente no que diz;
 
Ansiosa - será que fiz algo que Lhe desagradou?
 
Deleitada - porque o tom e o som da Sua voz, é sempre de amor;
 
Segura - porque haja o que houver, aconteça o que acontecer na minha vida, Ele nunca me condena;
 
Atenta - não quero perder uma sílaba do que vai dizer, pois é sempre precioso.

" Diz, Senhor! Eu estou a ouvir!"